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Combustível sobe, reputação de Bolsonaro desce

Nesta semana, o brasileiro acordou assustado como preço da gasolina. Já era de se esperar, mas não que fosse tão rápido assim. Os postos de combustíveis lotaram com as filas formadas para tentar um preço menor.

A Petrobrás justificou a alta dos combustíveis diante do aumento da cotação do barril de petróleo no mercado internacional provocado pela guerra entre Rússia e Ucrânia. O valor do barril passou a marca do US$115. Com isso, o reajuste da gasolina sofre 18,8% de aumento. O preço médio passa de R$3,61 para R$4,41 por litro.

Em Alagoas, claro, a situação não é diferente. Vários postos da capital alagoana amanheceram com os novos valores, que chega até R$7,69. Vale lembrar que: o reajuste nas bombas é decisão individual de cada revendedor.

O governo continua com sua postura de sempre; sem dar explicações à população. O presidente Jair Bolsonaro parece não se preocupar com a alta do combustível no país, se mostrando mais uma vez completamente inerte.

Em meio à guerra da Ucrânia, justificativa usada para encarecer o combustível no País, o presidente não se fez presente no resgate dos brasileiros que apelavam pela ajuda do Brasil para serem resgatados. Após dias de desespero, Bolsonaro resolveu enviar um avião para trazer de volta seu povo.

Em discurso na última semana, o presidente alegou que o Governo Federal tem estudado medidas para evitar o aumento do preço barril do petróleo no mercado internacional —o que claramente não aconteceu. Ainda em sua fala, Bolsonaro diz que o país tem alternativa de contornar a questão de forma responsável e sem gerar ”sobressalto”no mercado.  ”É grave, mas dá para resolver”, finalizou o presidente.

Em menos de uma semana, tivemos mais uma vez, alta no combustível. E como se não fosse o suficiente, o gás também subiu de valor.

Não sabemos em que momento os altos custos do país vai cessar. A tendência, cada vez mais próxima, é o declínio.

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