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INVESTIGAÇÃO!

Alvo de disparo que matou criança de 3 anos no Ouro Preto era adolescente parente da vítima

O alvo do disparo que  matou Maria Alice de Oliveira da Silva, de apenas 3 anos, no Bairro de Ouro Preto na noite do sábado (18), na parte alta de Maceió, era um adolescente, parente da criança, que não estava presente no local no momento do crime.

Os dois acusados, de 22 e 23 anos, foram mortos durante confronto policial nesta quarta-feira (22), em um distrito do município de Coruripe, no interior de Alagoas.

O delegado Sidney Tenório disse durante coletiva que não restam dúvidas de que os dois jovens mortos em confronto com a polícia são os responsáveis pelo disparo que matou Maria Alice.

A autoridade policial contou que dias antes do crime, o carro utilizado pelos suspeitos – um Fiat Mobi, roubado de uma locadora e com placa clonada, havia sido abordado por uma guarnição policial. Os criminosos estavam dentro do veículo e são os mesmos mortos durante o confronto de hoje e que participaram do crime em Ouro Preto.

Ainda segundo o delegado, testemunhas falaram que o adolescente ameaçado seria o alvo dos criminosos. “O adolescente teria deixado o estado dias antes do crime e revelou o nome de uma das pessoas que queria lhe matar. Trava-se de Alê, um dos mortos no confronto’’, falou Tenório.

A polícia ainda não ouviu o menor que seria alvo dos bandidos, mas ele será interrogado por meio de chamada de vídeo, já que o mesmo está fora do estado desde das ameaças.

Conforme Sidney Tenório, o adolescente passou a ser ameaçado depois que os criminosos deixaram a Vila Emater, em Jacarecica, e tentaram estabelecer um ponto de venda de drogas no Ouro Preto, sendo expulsa de lá. Isso teria iniciado as ameaças, por vingança.

Tenório ressaltou que mesmo com as mortes dos suspeitos, as investigações irão continuar, pois a polícia quer saber se há alguém por trás da ordem de matar o menor. “Essas pessoas eram da Vila Emater e, por questões de tráfico, foram expulsas de lá, tentando se alojar na região do Ouro Preto, onde começaram a incomodar e ser expulsos. O crime seria por uma questão de vingança, mas o parente não estava mais no local’’.

Igor Diego, delegado da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), também falou durante a coletiva, que, durante a ação policial desta quarta, os militares foram recebidos a tiros e precisaram revidar, acertando os dois criminosos, que estavam armados com uma pistola 380 e um revólver.

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